Este vídeo foi feito para a disciplina de Tecnologias Educativas II não à muito tempo. Deu-me muito gosto fazê-lo e fiquei sem dúvida a saber mais um pouco sobre as tecnologias usadas na época em que os meus avós frequentavam a escola.
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Perfil
- Ana Filipa Carreira Antunes
- Portugal
- Pensado como um portéfolio individual, no âmbito da cadeira de Tecnologias Educativas II da Licenciatura em Ciências da Educação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa; um espaço de aprendizagens, partilha e reflexões sobre tecnologias em contexto educativo (e não só).
11 de outubro de 2009
10 de outubro de 2009
8 de outubro de 2009
Experiências em Rede
Quando me inscrevi no campus online para este semestre, tal como todos os restantes colegas, realizámos um inquérito relativo às tecnologias sociais em rede que tinha como objectivo determinar quais conhecemos e a importância que achamos que têm. Algumas das tecnologias apresentadas fazem parte do meu dia-a-dia, trabalho com elas e sei as suas potencialidades e características, outras apesar de ter conhecimento delas nunca tive nenhuma experiência e outras das quais nunca tinha ouvido falar. Assim, levada pela curiosidade fui pesquisar algumas delas e experimentá-las. Aqui fica o resultado dessas experiências.
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Ferramentas em Rede
Aula teórica . 28 de Setembro de 2009
Mais uma vez, a aula teórica dada por ambos os professores, Fernando Costa e Joana Viana, decorreu em volta do programa da disciplina e do esclarecimento dos critérios de avaliação. O ponto de aula seguinte tratou um dos critérios de avaliação, o portefólio digital, em que o professor indicou-nos o que dele deveria constar. A última parte da aula ficou por conta da constituição dos grupos de trabalho para a apresentação dos capítulos do livro de leitura obrigatória "A família em rede" de Seymour Papert, e consequente atribuição dos capítulos pelos grupos.
Nota: Para a apresentação dos capítulos os professores, na minha interpretação, efectuaram-nos um desafio quanto à forma como vamos apresentar o capítulo, e que à primeira vista pode parecer simples mas que pode levar-nos a ter que pensar, sem mencionar os benefícios a nível das aprendizagens.
Aula prática . 28 de Setembro de 2009
A aula prática teve início com as seguintes actividades:
- Inscrição dos alunos na plataforma do campus online, nomeadamente na disciplina de Tecnologias Educativas II;
- Feita a inscrição foi proposto a realização de um inquérito sobre as ferramentas em rede e o seu potencial educativo, inquérito este respondido também no campus online.
- Foi-nos pedido pela professora Joana Viana que actualizássemos o nosso perfil na Escola 2.0.
Após a realização do inquérito a professora iniciou uma espécie de discussão relativamente às ferramentas que nos foram apresentadas no inquérito. A professora Joana Viana perguntou-nos que ferramentas, das que constavam do inquérito, nós conheciamos e quais não conheciamos, quais utilizávamos mais, se sabíamos no que consistiam e quais achávamos que poderiam ter potencial no universo educativo.
Nota: A meu ver a realização do inquérito foi bastante importante para nós, alunos, na medida em que nos deu a conhecer muitas ferramentas, e algumas que desconheciamos.
Seymour Papert
Seymour Paper nasceu a 1 de Março de 1928 na cidade de Pretória, África do Sul, onde também realizou a sua educação. Papert prossegui investigação matemática na Universidade de Cambridge desde 1954 até 1958, tendo trabalhado com Jean Piaget na Universidade de Geneva entre 1958 e 1963. Esta interacção profissional com Piaget levou-o a considerar o uso da matemática para perceber como as crianças aprendem e pensam, visto que Piaget e as suas investigações estavam centradas nas crianças. Ingressou no MIT no princípio da década de 60 onde fundou a Inteligência Artificial juntamente com Marvin Minsky. Riram-se de Seymour Papert quando este introduziu a ideia que crianças pudessem utilizar o computador como forma de aprendizagem e reforço criativo. Enquanto professor no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos) Papert realizou várias investigações nesse sentido e foi efectivamente com Seymour Papert que as crianças tiveram uma oportunidade única de usar o computador para escrever e para fazer gráficos. Trata-se da criação da Linguagem Logo, tendo a Fundação Logo sido criada com o objectivo de informar os demais acerca do Logo e para ajudá-los na sua utilização, isto é, a utilização de softwares baseados em Logo para aprendizagem e ensino.
LOGO é em informática uma linguagem de programação voltada para as crianças, jovens e adultos principalmente, tratando-se de uma importante e bem sucedida ferramenta de apoio ao ensino/aprendizagem. Surgiu em 1967, como já referi criada por Seymour Papert mas também por Wally Feurzeig; tem certas características construtivistas.
A interacção que lhe está atribuída faz com que o resultado seja mostrado imediatamente após o comando, servindo como incentivo. Recorda-me o ensino programado em que o aluno obtém resposta imediata ao que está a fazer, funcionando como reforço. Versões actuais desta ferramente permitem trabalhar não só a nível do desenho e pintura, como as versões mais antigas, mas já incluem trabalho com textos e fórmulas. O Logo representa um robô tartaruga que efectua os comandos que recebe.
Na década de 80 Papert definiu o construtivismo baseado no trabalho de Piaget, Dewey e Maria Montessori. Em 1985 ajudou a fundar o programa Media Artes and Sciences, no MIT. Escreveu “Mindstorms: Children Computers and Powerful Ideas” (1980); “The Children’s Machine: Rethinking School in the Age of the Computer” (1992); “The Connected Family: bridging the digital generation gap” (1996), sem contar com os vários artigos sobre matemática, inteligência artificial, etc..
Se nos anos 60 Seymour Papert foi alvo de risos, actualmente é considerado o maior especialista e o seu trabalho na criação de novas formas de aprender com a utilização de tecnologias é reconhecido por toda a parte.
Portefólio, algumas noções ...
Existem várias definições deste conceito, que não explicam somente o significado mas também demonstram os vários tipos de portefólio que se pode elaborar e de que formas.
Já realizei alguns portefólios, mas nunca um portefólio digital e a grande diferença, a meu ver, é a potencialidade inerente ao digital. Um portefólio digital pode conter um vídeo, um clip de som, uma animação, enquanto que um portefólio impresso em papel apenas se pode servir de documentos e imagens. Esta simples diferença é um forte indicador das potencialidades das tecnologias e o proveito que delas podemos tirar.
Um portefólio pode ser aplicado nas mais variadas áreas e a meu ver engloba todo um processo do individuo e do seu trabalho. Em educação um portefólio é usado como método de avaliação, em que o aluno reúne todas as suas aprendizagens e tantas outras coisas que queira de forma a que o docente tenha acesso, e considero que o objectivo principal da elaboração de um portefólio neste contexto é a reflexão. De facto, podemos reunir variadíssimos documentos, pesquisas, dúvidas e outras coisas, mas acho fundamental existir sempre uma reflexão sobre todo o processo que consta no portefólio. Trata-se do conjunto de aprendizagens, experiências e tudo aquilo que achamos relevante.
Uma definição:
A génese da palavra portfólio é anglo-saxónica, tem raiz nas palavras italianas “portare” que significa “levar”, e “foglio” que significa “papel” ou “folha”; substantivo masculino: pasta para guardar e transportar papéis; pasta que contém material publicitário, direccionada à divulgação individual; conjunto de obras de um determinado artista; conjunto de produtos e/ou serviços de uma empresa; em termos económicos pode designar um conjunto de investimentos. Outras fontes designam-no como “um conjunto de títulos e acções de um investidor, individual ou institucional.” ou “documento formal que apresenta as experiências de aprendizagem fora da escola, sendo utilizado para solicitar reconhecimento académico da aprendizagem experimental”.
[fonte:Wikipédia]
“Um portefólio é um conjunto sistemático de trabalhos que pode evidenciar o progresso e o perfil das habilidades de um aluno ao longo do tempo.”
(disponível em http://www.podtv.com.br)
Um portfólio pode ser encontrado nas mais diversas ares como a arte, a fotografia e a publicidade, a economia e finanças e também a educação.
Pode considerar-se que engloba situações interpessoais que incorporam valores a todo o processo através da experiência desenvolvida durante um determinado período de tempo. É uma análise contínua ao longo do desenvolvimento do projecto. Um profissional como um arquitecto ou um publicitário pode apresentar o seu portfólio, isto é todo o trabalho que realizou até ao momento. A apresentação do seu portfólio enquanto profissional é o modo de alcançar novos trabalhos. Ao apresentá-lo está a dar a conhecer o seu trabalho que é então analisado e avaliado. Um portfólio de aplicações financeiras é uma colectânea de investimentos mantida por uma instituição ou por uma pessoa. A nível educativo o portfólio pode ser utilizado enquanto ferramenta pedagógica, tanto por discente como por docentes, com o intuito de elaborar uma reflexão sobre o seu percurso académico, entre outros assuntos. Trata-se da recolha de todos os documentos e projectos realizados, aos quais se seguem reflexões.
Objectivos para um semestre de Tecnologias Educativas II.
Os meus objectivos para esta cadeira passam sem dúvida pelo enriquecimento das minhas competências a nível tecnológico, pessoal e social.
Após uma não tão grande experiência como gostaria, no semestre passado, fiquei deliciada com as actividades propostas e assim tenho grandes expectativas para este semestre. Pretendo aprender muitas muitas coisas novas que façam de mim uma melhor e mais experiente utilizadora do computador e das várias tecnologias. Uma vez que este curso está centrado na Educação, faz parte do meu rol de objectivos conhecer e compreender as várias formas de aplicar tecnologias e procedimentos tecnológicos no universo educativo; ampliar e clarificar conceitos ligados às tecnologias mas também ao uso das mesmas em educação; visto que é uma área que me interessa bastante e na qual me vejo futuramente a exercer uma actividade profissional tenho como objectivo também clarificar actividades nesse sentido.
O meu principal objectivo e que engloba todos os que referi acima é aprender.
O que mais valorizo e aprecio nesta disciplina é a liberdade e a dinamização inerente às actividades que nos proporciona realizar, dado que a forte componente prática só actua em nosso favor.
Eu, e quem me conhece sabe disso, adoro computadores e adoro trabalhar com eles mas ainda assim aquilo que eu sei é como uma formiga num elefante e espero que a minha formiguinha cresça mais um bocadinho.
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Tecnologias Educativas II
Príncipio.
Não é o meu primeiro blogue mas é o primeiro no qual as tecnologias são objecto principal. Como aluna do 2º ano da Licenciatura em Ciências da Educação, do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, foi proposto a elaboração de um portefólio digital na plataforma Escola 2.0. Já que o estou a fazer na Escola 2.0. posso alargar o meu portefólio digital individual neste blogue; assim sendo, este blogue é nada mais nada menos que o meu portefólio de aprendizagens, dentro e fora da sala de aula, e de uma forma mais alargada.
Todos os que se interessa por tecnologias e pelo seu uso em contexto educativo são bem vindos a este espaço, onde partilho convosco todo um processo, não de iniciação mas de evolução tecnológica.
Ana Filipa Carreira Antunes
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